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Política

Mudanças nas urnas abrem espaço para novos vereadores na Câmara de Manaus em 2027

Eleição de cinco parlamentares para a Assembleia Legislativa e de um para a Câmara dos Deputados deve provocar seis substituições na composição da CMM a partir de fevereiro

Mudanças nas urnas abrem espaço para novos vereadores na Câmara de Manaus em 2027

A composição da Câmara Municipal de Manaus (CMM) deverá passar por uma série de mudanças a partir de fevereiro de 2027. Com a eleição de seis atuais vereadores para outros cargos nas eleições de 2026, suplentes devem assumir as respectivas cadeiras e permanecer no Legislativo municipal até o fim da atual legislatura, em 2028.

Dos seis parlamentares eleitos, cinco seguirão para a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), enquanto um ocupará uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Entre as mudanças previstas está o retorno de Sassá da Construção Civil (PT) ao Legislativo municipal. Ele deve assumir a cadeira de Zé Ricardo (PT), eleito deputado estadual mais votado do Amazonas. Sassá já foi vereador de Manaus, mas não conseguiu a reeleição em 2024 e atualmente ocupa o cargo de secretário extraordinário da Prefeitura de Manaus.

Pelo Avante, duas cadeiras também deverão mudar de ocupante. Dalmir Salazar deve assumir a vaga de David Reis, atual presidente da CMM, enquanto Júnior Resgate deverá ocupar o lugar de Eduardo Alfaia.

No PSD, a cadeira de Eurico Tavares deverá ficar com Fransuá, também do partido. Já Cearazin Semiseira deve assumir a vaga atualmente ocupada por Rodrigo Guedes (Republicanos).

Outra mudança ocorrerá após a eleição de Sargento Salazar (PL) para a Câmara dos Deputados. Com a saída do parlamentar, a cadeira na CMM deverá ser ocupada por Delegado Pablo, que já exerceu mandato de deputado federal pelo Amazonas e ficou como suplente na eleição municipal de 2024.

Nova configuração

Com as substituições, a Câmara Municipal de Manaus começará 2027 com uma composição diferente da atual. Os novos parlamentares deverão permanecer nos cargos até o encerramento da legislatura, previsto para 2028, caso não ocorram novas alterações.

A mudança também poderá provocar novos rearranjos dentro dos partidos e alterar a dinâmica das votações e articulações políticas no parlamento municipal ao longo dos próximos dois anos.

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