Siga nossas redes

Amazonas

Mobilização docente ganha força na UEA e aponta continuidade da luta por direitos e valorização

“A UEA somos nós!”, chamou a atenção a Profa. Rita de Cássia Machado, do Centro de Estudos Superiores de Tefé (CEST/UEA), que completou afirmando que a luta “é coletiva, por dignidade, respeito e pela manutenção da universidade pública”

Mobilização docente ganha força na UEA e aponta continuidade da luta por direitos e valorização

Divulgação/Sind-UEA

A mobilização docente em torno da Campanha Salarial 2026 da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), realizada nos dias 28 e 30 de abril em unidades da capital e do interior (Tefé, Parintins, Itacoatiara, Tabatinga e Manaus) marcou a retomada das ações coletivas da categoria e evidenciou um novo momento de organização e pressão política.

As atividades envolveram panfletagens, rodas de conversa, visitas às salas de aula e diálogo direto com estudantes e comunidade acadêmica, denunciando o acúmulo de perdas salariais, o descumprimento da data-base e a precarização das condições de trabalho na UEA.

De acordo com avaliação do Sind-UEA, o movimento representou um avanço significativo na disposição de luta da categoria e um dos principais elementos políticos da mobilização foi a construção de unidade entre docentes e discentes do interior e da capital, expressando como pauta comum, a reivindicação de melhorias para a universidade: “A UEA somos nós!”, chamou a atenção a Profa. Rita de Cássia Machado, do Centro de Estudos Superiores de Tefé (CEST/UEA), que completou afirmando que a luta “é coletiva, por dignidade, respeito e pela manutenção da universidade pública”.

A mobilização evidenciou os problemas estruturais da instituição, dentre eles destaca-se as perdas salariais acumuladas e descumprimento da data-base, a falta de professores concursados, a sobrecarga de trabalho e adoecimento docente e a precarização das condições de ensino que afeta ainda mais as unidades do interior do Amazonas.

O Sind-UEA aponta que o momento é de ampliar a mobilização nas unidades e envolver de forma mais orgânica estudantes e técnicos. Desde 2022 sem o cumprimento das datas-bases e com perdas salariais superiores a 24%, a avaliação é de que “A categoria demonstrou disposição de luta. Agora o desafio é transformar essa disposição em força organizada capaz de garantir direitos.”, analisou Mônica Xavier, presidenta da entidade e professora do Centro de Estudos Superiores de Parintins (CESP/UEA).

DATA-BASE JÁ! DIREITO SE CUMPRE!

 

Leia mais:

Docentes da UEA intensificam mobilização por reposição salarial e anunciam ato para 30 de abril

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

11 − 1 =

Mais em Amazonas