
Gabriela Spanic e ex-empresária amazonense — Foto: YouTube
A atriz venezuelana Gabriela Spanic, famosa pela novela “A Usurpadora”, foi denunciada por agressão física, ameaça, difamação e perseguição virtual pela ex-empresária Suelen Monteiro, do Amazonas. A denúncia envolve episódios ocorridos durante a passagem da artista pelo Brasil, entre novembro e dezembro de 2024.
Segundo Suelen, o contrato com Spanic foi firmado em novembro de 2024, com validade de um ano. A empresária afirma que, durante esse período, sofreu agressões físicas e foi alvo de difamação e perseguição online por parte da atriz.
O boletim de ocorrência foi registrado em março de 2025, no 22º Distrito Integrado de Polícia, em Manaus. A denúncia só se tornou pública nesta sexta-feira (22). O g1 procurou a Polícia Civil para saber se foi marcado interrogatório da atriz, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem.
A reportagem também procurou a assessoria de Gabriela Spanic, que ainda não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com Suelen Monteiro, ela havia deixado a equipe de Spanic em 2023, mas voltou a trabalhar com a atriz no ano seguinte após a atriz relatar dificuldades financeiras. Pelo contrato, a empresária teria direito a comissão sobre os trabalhos fechados no Brasil.
Suelen contou que deixou a equipe da atriz em 2023, mas retomou o trabalho em 2024, após Spanic alegar dificuldades financeiras. O contrato previa pagamento de comissão por projetos realizados no Brasil.
“Assumi inclusive os custos da viagem dela, acreditando tratar-se de um acordo sério. Trabalhei intensamente para reposicionar sua imagem e conseguir contratos. Mas, até hoje, não recebi nenhum valor”, afirmou Suelen.
De acordo com Suelen Monteiro, ela havia deixado a equipe de Spanic em 2023, mas voltou a trabalhar com a atriz no ano seguinte após a atriz relatar dificuldades financeiras. Pelo contrato, a empresária teria direito a comissão sobre os trabalhos fechados no Brasil.
Suelen contou que deixou a equipe da atriz em 2023, mas retomou o trabalho em 2024, após Spanic alegar dificuldades financeiras. O contrato previa pagamento de comissão por projetos realizados no Brasil.
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